terça-feira, 29 de abril de 2014

PROJETO BOX CD + DVD CELSO BLUES BOY

Fala galera do Blog Blues Brasil, mais uma novidade pra quem gosta de blues e está disposto a ajudar! Aqui está o "PROJETO BOX CD + DVD CELSO BLUES BOY", você é fã de Celso Blues Boy? Quer ajudar a manter a obra do Mago da Fender viva? 
Marcello Penedo, empresário do Celso, criou um projeto bacana, com o intuito de lançar um Box Especial que contará com o CD “Por Um Monte de Cerveja” (último CD gravado) e o DVD “Celso Blues Boy ao Vivo no Circo Voador” (único DVD da carreira em 35 anos).
Meu nome é Marcello Penedo, fui empresário do grande Celso Blues Boy durante seus 09 últimos anos de vida. Estamos pleiteando o lançamento de 01 Box Especial que contará com o CD “Por Um Monte de Cerveja” (último CD gravado) e o DVD “Celso Blues Boy ao Vivo no Circo Voador” (único DVD da carreira em 35 anos) , porém esbarramos com a política e mediocridade das gravadoras que não se interessam no projeto, então tivemos a ideia de conseguirmos apoiadores no intuito de fazemos este projeto virar realidade e prensarmos 2.000 cópias.
O QUE OFERECEMOS:
Cada apoiador ira receber a sua recompensa de acordo com seu apoio. .
Desde já agradeço e conto com o apoio de todos !!!!

Gastos do projeto
ORÇAMENTO DO PROJETO:
- Custo Total do Projeto; R$ 27.120,00
- Prensagem: R$ 15.000,00
- Arte Gráfica: R$ 4.000,00
- Brindes e Material para Envio: R$ 5.000,00
- Comissão Embolacha: R$ 3.600,00

Biografia do Artista:
SOBRE CELSO BLUES BOY E SUA CARREIRA:
Não são muitos os artistas que podem se gabar de ter criado uma linguagem musical. Robert Johnson, Frank Sinatra, Chuck Berry, Elvis, Hendrix, Marvin Gaye, Miles Davis, os Beatles, Kraftwerk, Black Sabbath, Ramones, o Faith No More – a lista não avança muito a partir daí. Nesse seleto grupo de excepcionais, Celso Blues Boy arruma uma vaguinha por ter dado um sotaque brasileiro ao blues, um gênero americano (ou africano, em suas raízes mais profundas) por excelência, e com ele feito sucesso avassalador ao ponto de ser, ao mesmo tempo, lenda, ídolo e referência, ainda mais quando o papo recai sobre aquele instrumento de seis cordas chamado guitarra.
Exagero? Nada. Erro seria desprezar sua contribuição para a música brasileira. Os gringos o reconheceram: a revista Backstage colocou Celso entre os 20 maiores guitarristas da história; BB King, expressão máxima do blues, o reverenciou ao dividir palcos e estúdio com ele e o convidar para fazer carreira nos EUA; tocou no célebre Festival de Montreaux, na Suíça; The Commitments, a banda do filme cult de Alan Parker, chamou Blues Boy para se integrar a ela (e ele gentilmente recusou). Se Celso não foi alçado ao mesmo patamar glorioso de Tom Jobim, João Gilberto, Caetano Veloso e outras sumidades nacionais, não cabe aqui buscar explicações.
Fato é que Celso vem fazendo história desde a metade dos anos 70. Com apenas 17 anos, por exemplo, integrou o grupo de Raul Seixas. Acompanhou uma penca de veneráveis nomes da MPB (Renato e Seus Blue Caps, Sá & Guarabira, Luiz Melodia…) e arregimentou fãs ao empunhar a guitarra nas bandas Legião Estrangeira e Aero Blues, considerado o primeiro grupo de blues do Brasil e dono de performances memoráveis na lendária casa de shows Apa Loosa, no Rio de Janeiro. 
Esses mesmos fãs viram Celso galgar os degraus da fama nos anos 80. Sua estréia solo, em 1984, com “Som na Guitarra”, é um clássico absoluto, não só pelos hits que contém (“Aumenta que isso aí é rock’n’roll”, “Blues Motel”), mas por espalhar aos quatro cantos do país a notícia de que havia bom blues sendo feito no Brasil. Junte isso ao talento nas seis cordas, a voz rouca, a boa aparência e canções de qualidade e se tem um astro instantâneo. Foi o que aconteceu.
A década de 80 foi mesmo pródiga para o guitarrista – é dessa época outros hits como “Marginal” (ao lado de Cazuza), “Damas da Noite”, “Tempos Difíceis”, “Fumando na Escuridão”, “Sempre Brilhará” e as trilhas de “Rock Estrela” e “Bete Balanço” -, tanto que ele está entre os artistas-símbolo do período. Mas jamais ficou restrito a ele. Tanto é que foi na década de 90 que ele gravou o excepcional “Vivo” no Circo Voador (RJ). Foi também quando passou a se apresentar regularmente na Europa, virou amigo de BB King – a quem homenageia no nome artístico e que empresta seu toque único a “Mississipi”, faixa do álbum “Indiana Blues”, de 95 – e recebeu o convite para integrar os Commitments. Isso sem falar na agenda lotada de shows pelo Brasil.
Vale um aparte para a participação de Celso no Festival de Montreaux, na Suíça, em 1995. Seu apartamento ficava em frente ao lendário The Duke’s, bar onde todas as feras do evento fazem questão de dar canjas. Pois lá Celso foi o guitarrista de um supergrupo que continha nada menos que os metais da banda de James Brown, o tecladista do Neville Brothers e a cozinha da banda de Wilson Pickett – com o próprio ao microfone.
Nos anos 2000, Celso Blues Boy segue incansável na estrada, de aeroporto em aeroporto, pelos palcos afora. Nessas idas e vindas, foi parar novamente no Circo Voador, sem dúvida, seu lar fora de Joinville (SC), onde mora há 12 anos. Foi ali, naquele espaço lendário, que gravou no ano passado “Celso Blues Boy ao Vivo”, seu primeiro DVD (também lançado em CD pela Penedo Produções). Diante de uma platéia entusiasmada, ele desfila suas músicas mais conhecidas com a classe, a garra e a emoção típicas de quem entrega aos fãs bem mais do que eles pedem.
Se o DVD/CD é a prova física do talento grandioso de Celso e da qualidade de sua obra, o show de lançamento do produto foi à amostra definitiva de seu carisma. No dia 1 de abril, ele lotou o Canecão, numa festa inesquecível.
É a demonstração de que, mesmo após três décadas de carreira, a história de Celso Blues Boy continua sendo traçada e contada. E, volta e meia, com superlativos coerentes com seu talento.
Saiba mais:
Clique no link e veja como participar:
http://www.embolacha.com.br/projeto/380-box-cd-dvd-celso-blues-boy
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Grande Abraço 

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